Leishmaniose canina no DF: sintomas, prevenção e tratamento
O Distrito Federal tem registros de leishmaniose visceral canina. Saiba como proteger o seu cão com coleira repelente, vacina e cuidados com o quintal.

A leishmaniose visceral é uma doença grave causada por um protozoário e transmitida pela picada do mosquito-palha (flebotomíneo). O Distrito Federal tem registros de casos em cães, por isso a prevenção é muito importante para quem mora em Brasília e entorno.
Sintomas no cão
A doença pode demorar meses para se manifestar. Fique atento a:
- Emagrecimento mesmo comendo;
- Queda de pelo, principalmente ao redor dos olhos, orelhas e focinho;
- Descamação e feridas na pele que não cicatrizam;
- Unhas muito compridas;
- Apatia, aumento de linfonodos (“ínguas”);
- Sangramento nasal, problemas nos olhos e nos rins.

Como prevenir
- Coleira repelente específica contra o mosquito-palha, trocada no prazo indicado pelo fabricante;
- Vacina contra leishmaniose, em cães com teste negativo — converse com o veterinário sobre a indicação;
- Evite passeios ao entardecer e à noite, horário de maior atividade do mosquito;
- Telas finas em janelas e canis;
- Quintal limpo: o mosquito se reproduz em matéria orgânica (folhas, frutos caídos, fezes). Recolha tudo e evite acúmulo de lixo;
- Exames periódicos em cães de áreas de risco.
Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico envolve exames de sangue e testes específicos. Existe tratamento autorizado no Brasil para cães, que controla a doença e melhora a qualidade de vida, com acompanhamento veterinário contínuo.
A leishmaniose é uma doença de notificação obrigatória. O veterinário orienta sobre os procedimentos legais e os cuidados com a família.
Proteja seu cão também contra pulgas e carrapatos.
Perguntas frequentes
Leishmaniose passa do cão para humanos diretamente?
Leishmaniose tem tratamento?
Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta veterinária. Cada pet é único: para diagnóstico e tratamento, agende uma avaliação com a nossa equipe.


